Movimentos Sociais Brasileiros

Este teste examina os principais movimentos sociais brasileiros, suas pautas históricas e seu papel na dinâmica democrática do país.

O ponto de partida é a definição sociológica de movimento social: ações coletivas organizadas por grupos que buscam promover ou impedir mudanças sociais através de estratégias de pressão política e social, atuando frequentemente fora da estrutura formal dos partidos políticos e do processo eleitoral.

O teste examina o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), cuja pauta central é a reforma agrária — a democratização do acesso à terra e o incentivo à agricultura familiar, em contraposição à concentração fundiária. Em seguida, aborda o movimento negro e a luta antirracista, que combate o racismo estrutural (herança histórica da escravidão que se perpetua nas instituições e nas relações sociais) e defende políticas de reparação histórica, como as cotas raciais em universidades e concursos públicos.

O movimento feminista brasileiro também é explorado, com suas pautas históricas e atuais: igualdade salarial, combate à violência doméstica e ao feminicídio, e autonomia das mulheres sobre o próprio corpo e direitos reprodutivos. De forma correlata, o teste aborda o movimento LGBTQIA+, cuja luta central é pela igualdade de direitos civis e pelo combate à violência motivada por homofobia e transfobia.

Os movimentos sindicais são analisados quanto ao seu papel histórico de representar os trabalhadores em negociações coletivas sobre salários e condições de trabalho, defendendo direitos trabalhistas frente ao poder econômico. O teste dedica atenção especial às manifestações de junho de 2013, que começaram como protesto contra o aumento das tarifas de transporte público em diversas capitais brasileiras e rapidamente se ampliaram para uma pauta heterogênea de críticas à gestão pública e aos gastos com megaeventos esportivos — um marco recente na história dos movimentos sociais no país.

Por fim, o teste introduz conceitos analíticos importantes para compreender os movimentos sociais contemporâneos: a interseccionalidade (a sobreposição de diferentes eixos de opressão, como raça, gênero e classe, na experiência de um indivíduo), a autonomia de um movimento em relação ao Estado e a partidos políticos, e os chamados "novos movimentos sociais", que ampliam o foco da luta política para além da economia, incluindo identidade, cultura e qualidade de vida.

  • Definir o conceito sociológico de movimento social
  • Explicar as pautas centrais do MST, do movimento negro e do movimento feminista no Brasil
  • Compreender os objetivos do movimento LGBTQIA+ e dos movimentos sindicais
  • Analisar as origens e o desdobramento das manifestações de junho de 2013
  • Aplicar o conceito de interseccionalidade à análise dos movimentos sociais contemporâneos

Teste gerado a partir de conteúdo curado sobre movimentos sociais brasileiros, cobrindo o MST, o movimento negro, o movimento feminista, o movimento LGBTQIA+, os movimentos sindicais e as manifestações de junho de 2013 — 12 questões objetivas e 12 flashcards, nível ENEM.

Pergunta de exemplo

Qual é a definição sociológica mais aceita para o conceito de movimento social?

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Ações coletivas de grupos que buscam promover ou impedir mudanças sociais através de estratégias de pressão.

Movimentos sociais são ações coletivas de grupos organizados que visam transformações sociais, políticas ou culturais, operando frequentemente fora da estrutura formal dos partidos políticos.

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