História do Brasil

Sessenta e sete anos que decidiram a forma do Estado brasileiro. Esta lição cobre o período que vai da vinda da família real em 1808 à Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, seguindo a linha que liga independência, centralização, escravidão e crise final da monarquia.

A abertura trata de 1808 e da transferência da sede do governo português para o Rio de Janeiro, com a abertura dos portos, e da elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 1815. A Revolução do Porto e a exigência do retorno de D. Pedro levam ao Dia do Fico em 1822 e, no mesmo ano, à Independência.

A Constituição outorgada de 1824 recebe tratamento detalhado por causa do Poder Moderador — o quarto poder exercido pelo Imperador, peça central para entender toda a política do Império e um dos pontos mais cobrados. Seguem-se a Confederação do Equador, movimento separatista de caráter republicano e federalista, e a abdicação de D. Pedro I em 1831.

O Período Regencial aparece com as revoltas que o definem — Cabanagem, Sabinada, Balaiada e Farroupilha — e desemboca no Golpe da Maioridade de 1840, decisão política tomada para estabilizar o país antecipando a maioridade de D. Pedro II.

O Segundo Reinado é organizado em torno de dois eixos. O econômico: o café como principal produto de exportação e motor da economia agroexportadora. E o da escravidão, tratado como processo gradual e não como um único ato — a Lei Eusébio de Queirós de 1850, que pôs fim efetivo ao tráfico negreiro, a Lei do Ventre Livre de 1871, a Lei dos Sexagenários de 1885 e a Lei Áurea de 13 de maio de 1888.

O fecho reúne os fatores da crise: a Guerra do Paraguai, que deixou endividamento e um Exército politizado e insatisfeito, a Questão Militar, a Questão Religiosa e a perda de apoio dos proprietários escravocratas após a abolição.

Doze perguntas de escolha única e múltipla com explicações fundamentadas, mais um baralho de treze cartas. Preparação direta para o ENEM.

  • Explicar as consequências da vinda da família real em 1808 e da abertura dos portos
  • Situar a elevação do Brasil a Reino Unido em 1815 e o Dia do Fico em 1822
  • Caracterizar o Poder Moderador instituído pela Constituição de 1824
  • Identificar as revoltas do Período Regencial: Cabanagem, Sabinada, Balaiada e Farroupilha
  • Explicar o objetivo do Golpe da Maioridade de 1840
  • Reconhecer o café como base da economia agroexportadora do Segundo Reinado
  • Ordenar as leis abolicionistas de 1850, 1871, 1885 e 1888 e o efeito de cada uma
  • Analisar os fatores que levaram à Proclamação da República em 1889

O Brasil Império estende-se da Independência em 1822 à Proclamação da República em 15 de novembro de 1889. A vinda da família real em 1808 transferiu a sede do governo português para o Rio de Janeiro; em 1815 o Brasil foi elevado a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. O Dia do Fico, em 1822, foi a resposta de D. Pedro à ordem de retorno das Cortes portuguesas. A Constituição de 1824 instituiu o Poder Moderador, exercido pelo Imperador. A Confederação do Equador foi um movimento separatista republicano e federalista. Após a abdicação de 1831, o Período Regencial foi marcado pela Cabanagem, Sabinada, Balaiada e Farroupilha, encerrando-se com o Golpe da Maioridade de 1840. No Segundo Reinado, o café tornou-se o principal produto de exportação. A Lei Eusébio de Queirós de 1850 proibiu o tráfico negreiro; seguiram-se a Lei do Ventre Livre de 1871, a Lei dos Sexagenários de 1885 e a Lei Áurea de 1888. A Guerra do Paraguai, a Questão Militar e a Questão Religiosa contribuíram para a queda da monarquia. (Nota: lição gerada a partir de um tema, sem documento fonte anexado; os conteúdos foram verificados face a conhecimento histórico geral.)

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